Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses

O Museu Oscar Niemeyer (MON) tem novidades na mostra “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”, inaugurada em março de 2018. Serão substituídos cerca de 50% das obras expostas. Por isso, a sala expositiva ficará fechada no período de 3 a 19 de fevereiro e será reaberta ao público no dia 20.

A chegada da coleção asiática ao acervo do MON elevou-o ao patamar dos grandes museus internacionais e sua atual renovação demonstra o interesse constante do Museu em permitir amplo acesso do público ao seu acervo”, afirma a diretora-presidente da instituição, Juliana Vosnika.

Garantimos que os visitantes terão o mesmo impacto da primeira montagem”, afirma o embaixador Fausto Godoy, que há dois anos doou ao MON uma coleção de 3 mil peças de arte asiáticas reunidas por ele ao longo de sua carreira diplomática, oriundas de países como China, Japão, Índia, Paquistão, Butão, Irã, Afeganistão e Myanmar. “Com essa releitura, mostramos a grande variedade da coleção”, comenta.

Ele explica que, após a renovação, haverá vários destaques na exposição. Logo na entrada, será exibida uma lanterna de jardim japonesa, de pedra, do Período Meiji (1868-1912), “para dar boas-vindas aos visitantes”, diz Godoy. Na primeira sala, o público poderá também ver de perto pequenos unguentários de vidro do século 1 a.C. “São peças raras, com pouquíssimos exemplares no mundo”, explica o embaixador.

Outro ponto alto da nova exposição asiática será a cama com dossel do século 18, da Região de Hyderabad, na Índia. “O curioso é que essa peça foi feita com madeira jacarandá da Bahia e com forte influência portuguesa”, explica Godoy.

Serviço

“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”

Data: a partir de 20/02/2020

Horário: terça a domingo, das 10h às 18h

Local: Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999)

Ingresso: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

Quartas gratuitas (oferecimento do Governo do Estado do Paraná)

Tamie Ono Lor
Tamie Ono Lor
Tamie é jornalista e possui especialização em Novas Tecnologias da Comunicação. Ela está sempre querendo absorver um pouco do mundo que a cerca, de preferência com uma câmera na mão. A oriental respira cultura e seu trabalho é também sua diversão.