127 Horas: o filme que movimenta o cânion

127 Horas tem vários pontos altos, primeiramente o ator James Franco, como o aventureiro Aron Ralston, em uma interpretação visceral e cheia de vida. Outro ponto é a fotografia e o movimento que a câmera consegue proporcionar ao filme, que retrata Aron preso em um cânion, pois uma pedra caiu em seu braço direito. Com um cenário praticamente único, o filme consegue movimento e ação.

127 Horas com James Franco

127 Horas com James Franco


Há momentos que lembra o filme O Náufrago e aquele solitário desespero humano e a vontade de viver. Não é a toa que está indicado para ganhar o Oscar de melhor filme, melhor roteiro adptado, melhor banda sonora, melhor canção original e montagem para o 83rd Academy Awards.
Quase todos os filmes quando são baseados em fatos reais tendem a nos dar lições de vida. Este nos faz questionamentos. Preso em um cânion, as perguntas vem em flashs, como a famoso “e se eu…”. Se ele tivesse falado ao companheiro de trabalho, ou atendido o telefone de sua mãe. As coisas teriam sido diferentes. A pedra dele sempre estava lá esperando, diante de cada decião.
Algumas lições tomamos: de que nossas mães deveriam sempre saber onde estamos e nunca sair em aventura sozinho e sem um bom canivete suíço. Ah, e que pelo visto tem que ser forte para assistir a 127 Horas, pois pessoas sofreram desmaios e vômitos ao assistirem. São horas que se passam e o público se sente preso também, sofrendo e agonizando com medo da morte.

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