CRÍTICA: O Vendedor de Sonhos

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Chega aos cinemas O Vendedor de Sonhos à adaptação cinematográfica do universo literário de Augusto Cury – autor mais lido do Brasil. O livro foi editado pela primeira vez em 2008 e vendeu mais de 2,5 milhões de cópias no Brasil ganha vida no cinema com direção de Jayme Monjardim (Olga, O Tempo e O Vento) e roteiro de L.G. Bayão (Irmã Dulce, Heleno).
O Vendedor de Sonhos acompanha o inesperado encontro do psicólogo Júlio César (Dan Stulbach) com o Mestre (César Troncoso). Júlio César está deprimido e desencantado com a sua vida e opta por um ato drástico: se suicidar do 21º andar. Porém, no prédio um homem maltrapilho, apelidado de Mestre, que além de salvar, juntos conseguem mudar a ideia das pessoas em relação a vida.

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O filme possui erros básicos no roteiro que não consegue transformar a história do livro para as telonas de maneira concisa e fluida. Durante os mais de 90 minutos assistimos a cenas ligadas com argumentos narrativos pobres, apesar do enredo ter sido bem dirigido por Jaime Monjardim e possuir duas linhas temporais paralelas que se desenvolvem em alternância. Contudo, a fotografia sob-responsabilidade de Nonato Estrela tem seu destaque fazendo um elo entre o conceito do filme e as imagens.
O grande destaque de O Vendedor de Sonhos é a palavra, a mensagem. Os atores são instrumentos para passar a mensagem defendida por Augusto Cury em seus livros de auto-ajuda. Toda a história foi criada tendo em vista a transmissão de superação.

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Assista o trailer:

Tamie Ono Lor
Tamie Ono Lor
Tamie é jornalista e possui especialização em Novas Tecnologias da Comunicação. Ela está sempre querendo absorver um pouco do mundo que a cerca, de preferência com uma câmera na mão. A oriental respira cultura e seu trabalho é também sua diversão.