Crítica: Rei Arthur – A Lenda da Espada

Estreia nesta quinta-feira (18) nos cinemas o longa “Rei Arthur – A Lenda da Espada”, com direção de Guy Ritchie. A história é sobre Arthur (Charlie Hunnam), um jovem que cresceu nas ruas e becos de Londonium. No entanto, ele é predestinado a se tornar o Rei daquele país, só tendo conhecimento sobre isso quando entra em contato pela primeira vez com a Excalibur.

Ao saber sobre a sua descendência, o rei tirano Vortigern, que assumiu o trono de maneira escusa, inicia uma verdadeira perseguição, visando assassinar Arthur. Para fugir do tirano e conseguir cumprir seu destino, Arthur conta com apoio de rebeldes e precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui ao estar com a espada.

O Rei Arthur é uma figura enraizada no imaginário coletivo, um mito sobre um grande líder saxônico que, com a retomada de sua espada, consegue reorganizar a ordem política de seu reino. Por ser uma história conhecida, o trabalho de criação da história permite mais liberdade e criatividade, especialmente quando se pensa nas características e na história de Arthur antes da espada.

 

Danielle Mei
Danielle Mei
Danielle é formada em Jornalismo e mestre em Comunicação. A alemã que ensina inglês gosta mesmo é de ler e ouvir música boa, mas quando precisa escreve sobre diversos estilos culturais.