Napo, um menino que não existe

No mês de maio acontece o espetáculo Napo, Um Menino Que Não Existe, adaptado do livro homônimo, dirigido a crianças, do escritor e dramaturgo curitibano Edson Bueno. O espetáculo para crianças de todas as idades está na Sala Simone Pontes, na sede da Cia. do Abração.
A peça conta a história de Napo, um menino que através de suas descobertas, de forma lúdica e divertida, faz refletir sobre o que há de mais verdadeiro e importante na vida. Em plena Curitiba dos anos 70, cresce Napo que, com sua imaginação, transforma a vida de todos em um mundo de brincadeiras.
O autor e dramaturgo Edson Bueno comenta que começou a criar a história pensando num menino que viria ser artista. “Num primeiro momento, comecei a colocar histórias que vivenciei. O Napo começou a existir e a criar forma. Esse menino tem um olhar especial sobre a vida e sobre as pessoas”, comenta Edson Bueno.
A diretora Letícia Guimarães acrescenta que o espetáculo “Napo, um menino que não existe” vem para resgatar a memória da infância e da criança adormecida no coração de cada adulto, retratando uma infância que vem se perdendo, conforme a evolução de nossa sociedade. “Para as crianças, um encontro com seu próprio universo, para os adultos, um emocionante resgate da infância. Venha mergulhar no mundo plausível impossível e descobrir se a criança que você foi, apenas cresceu ou se perdeu no tempo e deixou de existir”, comenta a diretora.
A temporada de apresentações iniciou no dia 04 de maio, direcionadas a escolas públicas e segue até dia 28 de maio, na Sala Simone Pontes, na sede da Cia. do Abração, com duas sessões, sábados e domingos, às 16 e 18h.

(Crédito: Isabelle Neri)

Serviço
Napo, um menino que não existe
Data: De 20/05 a 28/05/2017
Horário: sábados e domingos às 16 e 18h
Local: Sala Simone Pontes, sede da Cia. do Abração (Rua Paulo Ildefonso Assumpção, 725 – Bacacheri)
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Tamie Ono Lor
Tamie Ono Lor
Tamie é jornalista e possui especialização em Novas Tecnologias da Comunicação. Ela está sempre querendo absorver um pouco do mundo que a cerca, de preferência com uma câmera na mão. A oriental respira cultura e seu trabalho é também sua diversão.