Ficção científica em quadrinhos

Nesta quarta-feira, 04, a CAIXA Cultural Curitiba apresenta a leitura da graphic novel V.I.S.H.N.U., de Fábio Cobiaco, Ronaldo Bressane e Eric Acher, que encerra o ciclo de 2013 do projeto Cena HQ, realizado pela Vigor Mortis em parceria com a Quadrinhofilia. A encenação, com a presença dos autores, será dirigida por Anderson Jader, diretor de teatro conhecido como o criador e apresentador do programa para web “No Fusca Show”, e Priscilla Miquilussi, que também faz parte do elenco. Ed Canedo, Paulo Matos, Juscelino Antunes e Carolina Fauquemont também participam da encenação.
V.I.S.H.N.U., que levou cinco anos para ser concluído, é considerada a primeira graphic novel de ficção científica publicada no Brasil, e marca a primeira parceria “a três” do cartum brasileiro. A partir de argumento de Eric Acher, consultor e investidor em empresas de tecnologia, o roteirista Ronaldo Bressane e o ilustrador Fabio Cobiaco criaram uma sociedade futurista, que aprendeu a tratar os computadores com desconfiança, após um colapso tecnológico, que representou décadas de retrocesso, ao derrubar governos, bancos, sistemas de transporte e provocar disputas entre países. Tudo dá errado novamente, quando uma misteriosa entidade, que se autodenomina V.I.S.H.N.U., surge nos galpões de uma agência de inteligência artificial secreta.
Cena HQ:
O projeto Cena HQ promove encontros inusitados entre quadrinhos e cena, provocando discussões sobre a produção de graphic novels no Brasil. Cada leitura é seguida de um debate entre o encenador e o autor da obra. A curadoria de autores é de José Aguiar, e a de encenadores, de Paulo Biscaia Filho.
Serviço
Literatura: Cena HQ
Data: 04/12/2013
Horário: 20h
Local: CAIXA Cultural Curitiba (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
Mais informações: (41) 2118-5111
Classificação indicativa: 14 anos

Tamie Ono Lor
Tamie Ono Lor
Tamie é jornalista e possui especialização em Novas Tecnologias da Comunicação. Ela está sempre querendo absorver um pouco do mundo que a cerca, de preferência com uma câmera na mão. A oriental respira cultura e seu trabalho é também sua diversão.