Oficina de Música – Concerto, Molungo e Aline Morena

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A 33ª Oficina de Música de Curitiba encerrou sua primeira fase no último sábado (17), e fechou com chave de ouro. O local foi Teatro Guaíra, no centro da capital paranaense. O Concerto contou com a direção artística de Claudio Cruz. O encerramento passeou por atrações no saguão com o Musical do Coral Infanto-juvenil, uma excelente performance de encerramento da Classe de Prática de Coro Adulto, a Orquestra e Coro Sinfônico. Perguntamos a uma das alunas da Prática de Couro sobre como foi participar dos ensaios, e Carollina França, estudante de música da PUC nos respondeu: “Foi uma experiência incrível participar da 33ª oficina de musica de Curitiba, especificamente no curso de – Prática e Técnica vocal para coro adulto -, fase erudita, onde contei com todo o entusiasmo e profissionalismo da regente Mara Campos, que mesmo com tantas pessoas para dar assistência, de longe conseguiu tirar a música de cada lábio ali presente e fazer a música acontecer com maestria. O curso contou também com o apoio da preparadora vocal Lúcia Passos, que contagiou com sua técnica e segurança no conteúdo ministrado. A prática de coro foi um aprendizado enriquecedor, não apenas para a música em conjunto, mas para a vida, viver em harmonia no coletivo, um desafio que todos nós enfrentamos todos os dias.
Meus sinceros agradecimentos à belíssima oportunidade de poder ter participado da tradicional Oficina de Música de Curitiba”.

No domingo (18) deu-se início então a segunda fase da Oficina, dando destaque a MPB. Fomos no dia (19) conferir uma das atrações dessa segunda fase, no Teatro Paiol se apresentou o Molungo,  uma apresentação de tirar o fôlego! Trazendo as canções do seu show Mais Agreste, o grupo vem desde 2008 se destacando no cenário paranaense. O Molungo é um grupo que toca ritmos afro-brasileiros, com toda a pressão de seus tambores, ele vem e sacode o público de dentro pra fora. Quando eles entraram no palco, iniciou-se ali, um ritual, o ritual da boa música. Não dá pra definir em uma só palavra tudo que o grupo faz no palco, é um misto de agitação, pressão, emoção e harmonia. É como se o Molungo tocasse energia, a energia ambiente, controlando-a e movimentando-a dentro de cada um na plateia. Enquanto o público se balança, meche as mãos, faz dos seus colos verdadeiros tambores, o grupo está lá, no centro, brincando de fazer coisa séria, uma brincadeira de profissional. Eles estão com um projeto no Catarse, projeto para financiar 13 vídeos, um para cada faixa do segundo disco. Veja mais sobre o projeto, clicando aqui.

Na terça feira (20) foi a vez de Aline Morena ganhar voz na Oficina. Ela tocou no Canal da Música, local que já foi palco de grandes atrações. Aline tem um estilo próprio, com os instrumentos bem espaçados no palco ela passeou por todos os cantos. Dançou com bailarinos, cantou com vários convidados, batucou no próprio corpo e teve seu ponto alto, quando chamou ao palco seu marido e reconhecido músico Hermeto Pascoal.

As atrações da 33ª Oficina de Música de Curitiba continuam até o dia 28 de janeiro. O Regra dos Terços falou sobre esses eventos, vejam!

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