TEATRO: Bem-vindos à espécie humana


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Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe o espetáculo “Bem-vindos à espécie humana”, nova montagem da companhia brasileira de teatro. A montagem é baseada no best seller do historiador Yuri Noval Harari e no texto do dramaturgo francês Benoit Lambert e trata sobre o ser humano e sua evolução no planeta Terra em relação a outras espécies e a ele mesmo é apresentada sob a perspectiva da agressividade, e de como as guerras, o sistema capitalista e as religiões abraçam as características humanas e ditam o modos operandi das nossas sociedades complexas.

Em cena, as atrizes Cássia Damasceno e Giovana Soar desenham e apresentam para a plateia um inventário de algumas das experiências que nos unem como espécie humana ao decorrer dos séculos: o medo, a religião, o sistema capitalista e a relação com o dinheiro, o consumo, a acumulação e as armas. Ao decorrer dos 50 minutos de espetáculo, de forma irônica e bem-humorada, as duas atrizes questionam as escolhas e desejos do homem animal e sua relação intrínseca com a agressividade, buscando decifrar quais foram os mecanismos que nos trouxeram até o nosso violento presente.

Ao refletir sobre a evolução do ser humano e como ela recai em nossas vidas íntimas e particulares, uma das buscas da companhia com a obra é pela aproximação com o público jovem – em especial a Geração Z (nascidos entre 1990 e 2010) – dialogando com seus interesses e forma de enxergar o homem contemporâneo, e ainda, tentando entender suas perspectivas – pessimistas ou não – de futuro. 

Serviço

Data: De 14/11 a 15/12/2019

Horário: de quinta à domingo, às 20h
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco)

Entrada franca. Ingressos distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo.
Classificação indicativa: 16 anos

Tamie Ono Lor
Tamie Ono Lor
Tamie é jornalista e possui especialização em Novas Tecnologias da Comunicação. Ela está sempre querendo absorver um pouco do mundo que a cerca, de preferência com uma câmera na mão. A oriental respira cultura e seu trabalho é também sua diversão.